A algum tempo atrás havia comprado um celular (usado pois estou quebrado, mas foi um ótimo custo benefício), porém não usei ele nem um mês, me descuidei e deixei ele cair no chão, resultado: não aparecia mais imagem na tela. Porém dava pra saber que ele estava funcionando porque fazia o barulho que havia recebido mensagem.
Concluí então que era o display que havia quebrado, veja o risco na tela depois da queda:
Aí pensei: se eu mandar consertar acho que vão cobrar uns 400 conto, se eu comprar a tela nova e eu mesmo trocar vou gastar só 300. Então lá fui eu me aventurar a aprender a trocar a tela (sim, eu nunca abri um celular na vida, sou apenas um curioso, mas como o celular é meu eu quis assumir esse risco).
Primeiro eu pensei em comprar o display em um site chinês, sairia por 210 reais já contando o imposto mas demoraria 6 meses para chegar então decidi comprar no mercado livre mesmo por 300. Estou esperando chegar, vai chegar na semana que vem.
Só que aconteceu mais um contra tempo: fui carregar a bateria pra quando chegar o display ela já estar carregada só que pra minha surpresa a bateria não carrega mais. Fui medir a entrada da bateria com o celular ligado no carregador e: 0 Volts. Concluí então que a placa/flat cable da entrada USB do celular também foi pro espaço e comprei outra também.
Aprendendo com quem também não sabe:
Se você também quebrou a tela do seu galaxy S4 e quiser aprender com quem também não sabe(eu) veja como eu fiz para trocar o display dele:
1) Retirei a tampa e a bateria, vi que havia 9 parafusos:
onde se localizam os parafusos
2) Peguei as ferramentas necessárias para abrir, que no meu caso foi uma chave philips pequena e uma palheta de violão/guitarra. Talvez alguém fale que são necessários pulseira e tapete anti estática e soprador térmico, se você estiver em uma oficina consertando aparelho dos outros considero isso válido, mas como estou em casa consertando meu próprio aparelho dispenso estas frescuradas.
ferramentas necessárias
3)Ao retirar os parafusos tomei cuidado de deixa-los dentro da tampa do próprio aparelho para não perde-los, não recomendo deixa-los diretamente sobre a mesa pois podemos perde-los ou confundi-los com a cor da mesa e não acha-los. Recomendo fortemente que você o deixe dentro de um copo ou pote de plástico.
Não faça como eu que desmontei na mesa do PC, faça isso em uma mesa espaçosa
4) O passo seguinte foi abrir o celular com a paleta, é preciso enfia-la entre o vão que tem entre a tela e a carcaça e fazer força pra paleta entrar, em seguida pode-se desliza-la pro lado e depois pelas laterais pra destravar as travas que seguram a carcaça traseira. Com jeito e força, voilà
Repare que se deve enfiar a paleta na fresta de cima rente à tela e não na de baixo
5)Este é o celular já aberto:
6)A primeira coisa que fiz foi retirar a placa/flat cable da entrada USB:
Embora na sequência de fotos a seguir eu não fiz isso, a primeira coisa a se fazer é retirar essa pecinha metálica que cobre a entrada USB, e a antena(este fio azul).
Retire e erga esse cabo flat para poder retirar a placa da entrada USB
Depois de retirada a peça metálica da entrada USB, retirei o flat que está conectado ao flat da mesma, é só puxar:
Ergui ele para poder retirar o flat de baixo:
E enfim retirei o flat e a placa que eu queria retirar:
Tem uma cola embaixo desta placa, talvez sejam necessários um pouco de força e cautela mas o meu celular se soltou muito facilmente.
CONTINUA...
As pessoas não são muito amigas comigo, logo concluí que são minhas inimigas. Não preciso dizer mais nada. Só Jesus Cristo é meu amigo.
Minha vida está parada - parada mesmo - pois não sinto que estou vivendo. As pessoas ou me desprezam ou são falsas, ou quando não, são más. É isso, não sinto a vida fluir, minha vida está parada a mais de 14 anos. Ou me olham com desprezo ou me olham com desconfiança, isso quando me olham. Bom, fodam-se todos. Amém.
Tive um pouco de dificuldade para estudar cálculo e física pois o tempo dado é curto e a quantidade de matéria muito grande, se bem que a prova não é nenhum bicho papão, vacilei na primeira prova e estou correndo o risco de pegar DP(isto se eu vacilar no exame final também). Cheguei a pensar em desistir mas esta não é mais uma opção, vou pra cima! Vou estudar essa bagaça e tirar a nota que preciso.
Não que eu seja um c.d.f. filho da puta, estou muito longe disso, mas eu sempre me virei com a matemática pra fazer as coisas que eu precisava e principalmente foi a matemática que me ajudou em certa parte a eu estar no emprego que estou agora, pois sempre fui bem nas provas de matemática de concursos. Se eu pegar provas da FUVEST para fazer eu não vou conseguir fazer, mas se eu pegar a prova da maioria dos concursos públicos de ensino médio, muito provavelmente eu vou bem.
Mas agora que eu comecei a fazer faculdade pude experimentar a matemática em um outro nível nas aulas de cálculo e física. Eu achava que sabia o suficiente de matemática para me virar no que fosse preciso e que estava preparado mas nesse nível que estou experimentando já é outra história.
Primeiro: tenho que estudar dia após dia paulatinamente sem parar e em seguida entregar a lição de casa(o portfólio da UNIVESP). Esse ritmo de estudo, sem parar, não dá tempo para digerir a matéria. Tanto que entreguei a lição de casa de três semanas atrás errada porque não sabia fazer direito e só agora revisando fui de fato entender a matéria. Levo um tempo para digerir toda essa informação e é muita informação de uma vez! Segunda a sábado sem parar!
É óbvio que não dá para comparar um professor com um aluno, mas já que é para comparar vamos nos comparar com os melhores para sermos tão bons quanto eles, mirar nas estrelas... os professores demonstram um domínio muito grande da matéria que eu sofro pra entender, vamos supor que quando eu me formasse eu fosse fazer concurso concorrendo com um cara desse (é uma comparação até meio injusta pois o cara é doutor! Mas vamos lá...), eu teria que dominar a matéria de uma maneira muito profunda. O fato é que estudamos muitas coisas que não tem utilidade prática ou que se tem nunca vamos usar. Minha tática agora é estudar e dominar os principais pontos e não perder tempo com banalidades. Focar no que é importante, assim, mesmo que eu não tenha o conhecimento profundo que o professor tem, eu vou conseguir fazer o que é preciso. O professor precisa de todo esse conhecimento para ensinar, eu só preciso do que é importante para resolver os problemas práticos do dia-dia.
Ocorreu uma coisa inesperada em meu programa e tive que abandonar o projeto do compactador por causa disso. É que eu lia dois tipos de dados: um com dois bits e outro com 3, e na hora de descompactar eu fiz uma forma de sempre pegar o de três bits e depois o de dois mas a lógica falhou em um ponto, quando eu pegava um número ímpar(que eram representados com 3 bits) por causa da lógica do programa que não convém falar aqui, não dava pra saber se ele vinha antes ou depois do número de dois bits, aí tive que abandonar o projeto por conta deste imprevisto. Tentei outras formas de representar os dados mas dessa outra forma era pior pois imagina um monte de bits para descompactar, não dava pra saber quando pegar 3 ou quando pegar dois, acrescentei um bit para sinalizar mais aí o programa perdeu o sentido: a taxa de compactação ficou muito baixa.
Acho que desde o ano passado eu venho matutando uma forma de criar um algoritmo de compactação de dados. É que eu tive uma ideia que não vou falar aqui(para não roubarem minha ideia) que cria um algoritmo de compactação. Finalmente a cerca de um mês mais ou menos eu cheguei em um algoritmo funcional, que pode compactar dados, e inclusive compactar dados já compactados, assim podemos compactar fotos, vídeos e mp3 de 20% a mais de 99% menor, dependendo da sua paciência para esperar. Agora o meu trabalho é escrever este algoritmo em uma linguagem de programação(implementa-lo), escolhi o Java por já ter um pouco de familiaridade(nos 2 meses que estudei jogos digitais e depois abandonei eu estava estudando justamente java), e por já frequentar fóruns para sanar dúvidas sobre java.
Pelo que pesquisei os compactadores atuais são muito ruins para fotos e mp3, talvez o meu compactador não revolucione? Difícil saber e também porque ninguém até hoje criou um compactador desses? Não sei, porque o algoritmo é algo relativamente simples.
O único jeito de saber se vai dar certo(ou mesmo algum dinheiro0 é terminando ele. Estou na fase de correção de bugs e em breve terei ele pronto. O mais difícil talvez seja que eu tenho que prever todas as situações possíveis de ocorrer com o código para fazer o tratamento adequado e compactar corretamente, espero não ficar batendo cabeça nessa parte e conseguir prever tudo direitinho.
A falta de tempo também está atrasando o programa, tenho que estudar e trabalhar. Mas em breve saberei se vou ter algum retorno (financeiro inclusive) e se ele vai ter alguma aceitação pelas pessoas.